Você já ouviu falar da Internet das Coisas? Não? E se eu te disser que praticamente você já faz parte da Internet das Coisas? Vamos ver o porquê!

Esse termo se refere a uma certa revolução tecnológica que tem como intuito principal conectar todos os itens utilizados no dia-a-dia à rede mundial de computadores. E cada vez mais nos deparamos com eletrodomésticos, meios de transporte, roupas e até maçanetas, todos conectados à Internet, smartphones ou dispositivos móveis de alguma maneira.

A ideia é que a cada dia que passa o físico e o digital se tornem um só. Isso porque dispositivos têm a capacidade de se comunicar, entre data centers e as famosas nuvens.

Quer exemplos? Temos dois. O Google Glass e o Smartwatch da Sony, são produtos que podemos vestir e usar casualmente, assim como o Apple Watch, poderíamos listar diversos.

Separamos algumas explicações sobre o que realmente pode mudar com este conceito.

O termo

Desde 1991 essa ideia é discutida, a virada do século em 2000 foi temida justamente pela quantidade de tecnologia que surgia na época. Em 1999 Kevin Ashton propôs o termo Internet das Coisas e dez anos depois escreveu o livro: A coisa da Internet das Coisas. Nele, Ashton especifica que o tempo e a rotina farão com que as pessoas se conectem de diversas maneiras à Internet, assim, acumular dados de movimento do nosso corpo será possível com maior precisão. Isso ajudará até a poupar e otimizar recursos naturais e energéticos.

Onde ela pode ser aplicada

Pense em um carro que se conecte à Internet. Hoje é comum, termos carros com sistemas que integram até mesmo um atendimento telefônico. O protótipo Mobii está sendo desenvolvido pela Ford e pela Intel e pretende reinventar o interior de um carro.

Quando entrar em um carro com a tal da Internet das Coisas, uma câmera irá fazer o reconhecimento facial do motorista e irá oferecer informações sobre seu cotidiano, recomendar algumas músicas e quem sabe até já ligar o GPS com o caminho para seu trabalho. Se não houve o reconhecimento da pessoa uma foto será tirada e enviada para o celular do dono, evitando furtos.

Médicos já levaram o Google Glass para a sala de cirurgia e conseguiram observar imagens de raio x, otimizando o tempo da cirurgia. A iniciativa pode ser o início do uso de gadgets na medicina.

E só tende a crescer. Dell, Intel e Samsung se uniram para padronizar conexões em um grupo Open Interconnect Consortium (OIC). O objetivo é criar um protocolo comum para garantir uma boa conexão em todos os dispositivos móveis.

Quais serão as próximas novidades que teremos? A Internet das Coisas abre um leque de conectividade e tem muito a nos ensinar. Vale a pena não perder nada sobre esse assunto.