Durante alguns dias pudemos presenciar aquilo que Manoel Castells, afirmava em seus escritos sobre a desintegração das atuais sociedades. O Brasil hoje presencia uma revolução que parte das mídias sociais, que afetam a tecnologia do conhecimento e a tecnologia da virtualização que provou ser capaz de reunir uma diversidade de pessoas com apenas alguns cliques.

Muito se questiona sobre o poder efetivo das internet e das mídias sociais diante de toda essa desestabilização política, uma vez que o povo une forças e busca a reconstrução de uma sociedade mais justa e completa. Esta autonomia coletiva e ao mesmo tempo individual cria uma nova estrutura, e a internet assim como o mass media, fornece informações em rede e de relevância para diversos acontecimentos.

O papel das mídias sociais diante de tudo isso, reforça o pensamento de Castells, já que diariamente temos visto e vivido essa ciberculturização dos meios, e o papel da internet neste momento a classifica como ferramenta de construção e desconstrução. Passamos então de um país cujas atitudes estavam enraizadas na frase “Deitado eternamente para “verás que um filho teu não foge á luta”.
Se alguém duvidava do poder das Mídias Sociais, hoje com a eminente mudança de posicionamento por parte dos governantes entende que ela mais do que nunca dita regras e tem o poder de influenciar uma nação com poucos cliques e uma velocidade que chega a ultrapassar a corrente do pensamento humano.